segunda-feira, 15 de setembro de 2014

Viajar com pouca grana



Como viajar e não gastar muito ?
 
Em um mundo onde cada vez mais governos levantam muros e inventam encalços, dentre eles exigência de vistos específicos, ou certa quantia em dinheiro, passagem de volta ao país de origem, e acima de tudo reserva de hotel, hostel, ou alguma prova que o viajante tem onde hospedar-se.
As minhas dicas são as seguintes:

1. Recomendo às pessoas que pretendem fazer uma viagem barata e fora do esquemão do turismo, cadastrarem-se em alguns sites, os quais facilitarão um pouco a vida, se o viajante souber utilizar bem essas ferramentas. Há alguns anos participo do site Couch Surfing, e já hospedei muita gente de várias partes do mundo, fiz vários amigos. Isso facilitou bastante minha viagem, pois a cada lugar que vou um amigo tem outro amigo, e a rede vai se formando. É bem interessante. Com o couch Surfing ( www.couchsurging.org ), é possível pedir o sofá de outra pessoa que tenha alguns gostos e interesses em comum. Ao preencher o perfil no site, podemos colocar informações como livros preferidos, bandas, filmes, etc. É recomendado já ter hospedado alguém antes,e ter pelo menos duas referências positivas, isso aumentará suas chances de conseguir um sofá por uma ou duas noites, uma semana, quem sabe. Meu primeiro couchsurfer ficou emminha casa vinte dias. Outra alternativa ao Couch Surfing, é BeWelcome( www.bewelcome.org ), cuja maioria dos membros particapam ou pariciparam do Couch Surfing.




2. Para quem pretende ficar mais tempo, há o WWOOF ( Rede mundial de oportunidades em fazendas orgânicas, sigla em inglês). Há fazendas cadastradas em pelo menos 63 países no mundo, incluso o Brasil. A taxta para o wwoof inglês é de 20 libras, e o mudial é nessa faixa entre 20 e 30 dólares.
Minha experiência foi muito boa. Eu fiz wwoof em apenas um pais ( Inglaterra ), na região de Hastings, Batle, Robertsbridge, expecificamente em seedlescombe east sussex, a região onde ocorreu a grande Batalha de 1066 durante a Guerra dos Cem Anos entre França e Inglaterra. Meu período foi de 45 dias num caravan( Treiler ) tarabalhando com um produtor de vinho orgânico e Biodynamic. Uma das vineyard que eu trabalhei fica atrás do Bodiam Castle. Uma dica para os wwoofers ao chegar na imgração inglesa pelo menos, e de não mencionar o Wwoof, disse- me o dono da propriedade onde eu fiquei, pois segundo eles, algumas pessoas da região Sulamericana foram recusados. Para fazer esse trabalho que é considerado “Trabalho Voluntário”, o Reino Unido emite um visto especial para voluntários, segundo informações do site. O Wwoof é exclusivo para fazendas orgânicas, jardins e afins.





  1. Outra boa alternativa e é o Workaway ( http://www.workaway.info/). Eu acho este programa mais interessante que wwoof, pois vai além das fazendas orgâncias e se estende para a cidade. Neste exato momento em que escrevo, estou numa casa workaway em Londres. Estou há mais de um mês na mesma casa. Nesse site a taxa é de 20 Euros, e tem em várias cidades do mundo. Atualmente, ajudo na reforma de uma casa, e tenho muito prazer em compartilhar a riquíssima experiência. Na casa onde estou, além das diferentes comidas de diferentes regiões do mundo, há um estúdio de moda onde trabalham estágiários de diferentes países. As nacionalidades são diversas, mas o inglês com acentos diferentes é a língua comum. No meu caso, além de praticar meu inglês que não é nada bom, pratico o francês, espanhol, pois há muita gente que fala essa língua, e há também nativos que participam do programa. Sem dúvida é uma experiência enriquecedora.
    O trabalho na mairoa dos lugares é de cinco horas, e alguns lugaares oferecem almoço ou janta, em alguns casos os dois.
    Bom, essas são minhas dicas para quem pretende viajar e além de economizar uma grana com hospedagem, ter o prazer de conviver com várias pessoas de diferentes nacionalidades e línguas, e também sentir uma briza nunca sentida antes, ver o sol em outro lugar, sair do espaço de previsibilidade. Espero que gostem. Qualquer pergunta, escrevam em forma de comentário. Responderei com o maior prazer.









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