segunda-feira, 6 de outubro de 2014

Um filme para corações libertários

Cena do filme: Charles De Paul e sua Namorada no café da manhã
Com a intenção de mostrar o cinema e sua interlocução com o pensamento libretário, deixaremos uma pequena contrubuição àqueles que gostam do cinema como resitência e linguagem transformadora. Nossa dica cinematográfica é um filme pouco conhecido no Brasil pelo público em geral, salvo aqueles amantes inconscientes do tempo esculpido, transformado em imagem em movimento. O Filme a ser apresentado é do diretor Alain TanerCharles Mort ou Vif, com tradução para o português: 
O Úlmtimo a rir.




Este é um filme para ver e pensar sobre o modo em que vivemos, se faz sentido seguir adiante com um ideal, às vezes pungente e que nos transforma em simples máquinas de reproduzir opiniões e consumir os valores de uma determinada sociendade. No filme, o diretor põe em cheque valores morais alimentados pelas sociedades ocidentais bem sucedidas e com um modelo econômico cujo bom viver é sempre associado à ascensão social e à quantidade de bens que possuem seus membros, esquecendo de outras coisas mais urgentese mais vitais.
Eis a descrição do filme: Um rico fabricante de relógio suíço decide mudar de vida, no centenário de sua empresa, mudando radicalmente o estilo de vida, procurando um sentido para a sua.
Charles Mort ou Vif, é o primeiro longa mtragem do diretor e Vencedor do Festival de Locarno, 1969
Este filme assim como Jonas que terrá 25 anos no ano 2000, de (1976), e Messidor(1979) são filme que seguem a mesma linha ideológica e filosófica, onde o autor aborda o impulso à liberdade e suas consequências, mas de maneira inspiradora e poética. Para os dias de hoje é uma obra a ser revisitada tanto por quem desconhece e também por aqueles que tiveram o prazer visual de apreciar essa belíssima obra audiovisual e querem inspirar-se novamente à vida. Os pessonagens dissociam-se daqueles personagens panfletários e atiradores de jargões usados para conclamar as massas à luta, entoados em alguns filmes franceses e soviéticos. Tanner é mais sutil, e com uma maneira sublime chama seus telespectadores para ver a vida alèm de caverna platônica, ver as possibilidades de um mundo ainda não inventado ou pintado.
Quem viu o filme sabe do que falamos. Estamos convicto de que, para os dias atuais o filme é extremamente necessário para pensar nossa condição, onde estamos e se gostaríamos de assim permancer.


Para mais informações sobre o o diretor e sua filmografia ascecem a página do wikipédia.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Alain_Tanner



Referências



http://filmow.com/o-ultimo-a-rir-t94105/

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